terça-feira, 2 de junho de 2015

Verdades verdadeiras

Olá, pessoas!
Segue conceitos duros, mas reais:
1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;
2. Para cada um recebendo sem ter que trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;
3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;
4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividi-la;
5. Não existe dinheiro "deles", o governo trabalha unica e exclusivamente com nosso dinheiro;
6. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade percebe que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, chegamos ao começo do fim de uma nação.
Temos que extirpar corruptos e corruptores do poder. O dinheiro público deve ser revertido para melhorias da qualidade de vida de cada cidadão, tanto o dinheiro dos impostos quanto o dinheiro desviado em falcatruas, tudo deve retornar à população.
Distribuição de renda é uma mentira mal formada, o que precisamos é de produção de riqueza, e só conseguiremos isso por meio de muita educação, que dará inclusão social aos mais carentes, a fim de que estes se tornem tecnicamente aptos para exercer uma profissão e produzir riqueza. Com investimento em tecnologia e ciência, com políticas sociais bem geridas e com muita educação para a população dá pra almejar algo maior. Desta forma a nação cresce, todos produzem, e o país enriquece.
Brasil tem jeito, mas o país precisa de todos para se acertar.

Da série "Politizando as pessoas": Reforma política.

Desejo fazer um "brainstorm" por aqui e preciso da ajuda de todos. Por que fazer a reforma política?
Primeiro vamos pôr em pratos limpos o que ocorre hoje em dia (com sugestões para melhorias):

1- CAMPANHAS ELEITORAIS CUSTEADAS PELA INICIATIVA PRIVADA
- Qualquer um que queira se candidatar precisa de fundos para arcar com todo material da propaganda (panfletos, cabos eleitorais, carros de som, comício, etc.), sem isso a campanha está fadada ao fracasso;
- Desta forma um candidato em potencial pode fazer alianças com empresas robustas que bancam os custos da campanha, mas sob a condição de obterem facilidades nas licitações após vitória do candidato;
- Uma vez eleito, o candidato se vê obrigado a pagar os custos da empresa, e é este rabo preso que proporciona situações vexatórias, como o Petrolão;
- O dinheiro da iniciativa privada, dos grandes tubarões do capital financeiro, sempre ditou as regras no país, são eles e não os políticos que sugerem leis descabíveis, que de alguma forma interessará a estas empresas em detrimento à nação ou Meio Ambiente, como já aconteceu.

SOLUÇÃO PLAUSÍVEL: Limitar o valor individual das contribuições para campanhas eleitorais, seja oriunda de pessoa jurídica, seja de pessoa física. Todo dinheiro arrecadado deverá ser fiscalizado, deve ter origem e destino muito bem definidos, a contabilidade deve ser clara como uma taça de cristal e aberta à consultas públicas.

2- CANDIDATOS DESPREPARADOS
Se para um concurso público o edital dispões dos requisitos mínimos para que o candidato dispute a vaga, o mesmo não ocorre com os candidatos aos cargos eletivos. O que temos hoje são candidatos que mal sabem ler, muitos são analfabetos políticos, sem preparo, não sabem o que é um plano econômico, não tem participação social no meio em que vive, não conhecem as leis federais, estaduais e municipais, não sabem ao menos quais os atributos do cargo que vai exercer, enfim, um inepto querendo o dinheiro público.

SOLUÇÃO PLAUSÍVEL: Ora, exigir um mínimo de nível escolar, experiência anterior em trabalhos sociais, alguma contribuição social à sua comunidade ou coisa do tipo, plenos conhecimentos da Constituição Federal, da legislação estadual e municipal de onde pretende se candidatar não seria nada demais, pelo contrário, seria o mínimo a exigir de um candidato a um cargo de tanta importância. Deixar qualquer um se candidatar é um erro. O ideal seria formar o político, como formamos qualquer profissional, seria um tipo de curso técnico onde o candidato poderia aprender a fundo sobre todos os tipos de políticas sociais e econômicas, e ao ser aprovado estaria apto a se candidatar.

3- ELEITORADO DESPREPARADO
Os eleitores brasileiros melhoraram ao longo dos anos, nossa democracia é nova e está desenvolvendo, mas ainda é precário o índice dos que possuem ao menos noções de como administração pública deve ser conduzida, e isso independe de condição social, há pessoas desmioladas na favela e em mansões. Hoje temos pessoas que votam porque recebem algum benefício, porque o candidato tem boa aparência, porque seu líder social/religioso orienta que seja assim, porque alguma celebridade pede o voto, enfim, vários motivos estúpidos para se votar, nenhum que mereça respeito.

SOLUÇÃO PLAUSÍVEL: Da mesma forma que o candidato deveria atender a certos requisitos para se candidatar, o eleitor também deveria atender a certas exigências. Muitos me dizem "ah, a pessoa é analfabeta, mas paga os impostos", ora ela paga impostos e não entra em cargo público sem passar pelo concurso, que exige certa escolaridade, mesmo que a vaga seja custeada pelo dinheiro do imposto que ela paga. Se quiser ter direito a voto deverá se atualizar, se a pessoa não pode fazer um segundo grau, que faça um tipo de exame onde sua aprovação lhe conferiria o título de eleitor.

4- ELEIÇÃO PROPORCIONAL
Hoje um candidato bem votado, dependendo do tamanho de seu partido, pode levar consigo colegas de legenda, mesmo que estes tenham votação menos expressiva do que seus adversários.

SOLUÇÃO PLAUSÍVEL: Isso é uma distorção absurda do pleito eleitoral. Tem que ser eleito de acordo com os votos recebidos e não por causa de proporção. Vejam o deputado Jean Wyllys, nesta última eleição ele obteve expressiva votação e entrou no Congresso por mérito, entretanto na anterior ele foi puxado pela votação de outro candidato de seu partido, entrou pelo sistema atual de eleição proporcional. Esse esquema deve acabar, a contagem deve ser por maior votação, independente do partido.

5- TEMPO DE TV
Outra coisa medonha é o tempo de TV. Os maiores partidos têm tempo de sobra, enquanto os nanicos dispõe de pouquíssimo tempo. Você vê nas propagandas eleitorais os grandes falando tranquilamente enquanto os pequeninos parecem narradores de turfe. Isso está errado.

SOLUÇÃO PLAUSÍVEL: Por questão de democracia o tempo deveria ser igual, não podendo o partido menor vender seu tempo para o maior. Os partidos grandes já dispõe de melhor aparato para a campanha nas ruas, dar a eles uma preferência destoante na TV é o ápice da covardia. Um pequeno com ideias inovadoras e interessantes jamais será visto pela grande população. É um ponto a discutir.

Bem, estes são 5 pontos salientes que concernem a uma reforma política.

Um adendo: sou contra a reforma proposta pelo PT e apoiado por seus aliados. Não me cheira bem enfraquecer o Congresso cujos políticos foram democraticamente escolhidos pelos seus concidadãos para fortalecer organizações ditas sociais, mas que seguem a cartilha do governo. Isso não passa de uma malandragem rasteira de querer aumentar o alcance do Executivo no seio do Legislativo, está errado!

Amigos, agora é com vocês. Sugestões, críticas e análises serão bem vindas... 

Emoticon wink

Darwin Reverso...

AVISO: O TEXTO A SEGUIR PODE FERIR A SENSIBILIDADE DOS MAIS AFETADOS, PORTANTO SE VOCÊ FOR PORTADOR DO POLITICAMENTE CORRETO, É MELHOR SAIR AGORA.
"Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta" - (DARWIN, Charles ‪#‎SQN‬).
NOTA: CHARLES DARWIN NUNCA DISSE ISSO.
Na verdade, a força e a inteligência são fatores importantes e por vezes determinantes para que as próximas gerações possam perpetuar sua espécie.
Isso não é diferente para o homo sapiens...

Eu, um pobre trintão, mais próximo dos quarenta do que dos trinta, lembro de diferenças gritantes entre minha infância e a que vemos hoje em dia.
Em meu tempo de criança eu lembro que os imbecis se fodiam, a molecada idiota sempre estava se machucando, não havia protetor para tomadas, andávamos descalços, brincávamos em parquinhos precários com muito mato e brinquedos enferrujados repletos de tétano, andávamos soltos nos bancos traseiros dos carros, escalávamos barrancos íngremes, soltávamos pipa em meio a fios de alta tensão dos postes e entre os vergalhões da laje, jogávamos bola no barro, tomávamos banho de chuva, dávamos topada e arrancávamos tampões no dedão ao chutar o chão, bebíamos refrigerantes, comíamos carnes sangrando de tão mal passadas, o merthiolate ardia e ensinava a sermos mais atenciosos, enfim, não havia normas de segurança, muito menos na rigidez que há hoje em dia.
Esse estilo comportamental de viver a vida matava muita gente, amigos meus morreram eletrocutados por causa de pó de ferro no cerol da linha de pipa, que ao cortar a capa dos fios de alta tensão, descarregava o choque nos imbecis imprudentes, outros fraturavam pernas, cabeças e braços ao caírem da laje soltando pipa olhando pro alto, alguns tiveram a infelicidade de morrer ao cair de cabeça, outros fraturaram as pernas nas peladas mais violentas que ocorriam sem a supervisão de um responsável sequer, e coisas do tipo.
Sabe o que estava acontecendo? A famosa seleção natural, os mais inteligentes e fortes sobreviveram, os imbecis e idiotas ficaram pelo caminho, uma geração forte sobreviveu, os fracos e desmiolados se foderam. Isso é a natureza selecionando...
Porém o que temos visto hoje em dia são os aparatos de segurança permitindo que imbecis e idiotas se desenvolvam, aí eles crescem e passam suas imbecilidades para gerações seguintes, que serão tão estúpidos quanto eles e aí a humanidade caminha para a idiotice plena, para a glamourização da ignorância, a exaltação do ridículo e o louvor da estultícia.
É o Darwin Reverso a todo vapor.
Recomendo a todos o livro "The Dumbest Generation - Don't trust anyone under 30" - Mark Bauerlein), mostra bem como andam vazias as cabeças da garotada de hoje, salvo raríssimas exceções.
Até a próxima!

Da série "Política na rede": Minorias.

Gays, lésbicas, trans, PPI (Pretos, pardos e índios), ateus e mulheres. Você já deve ter ouvido que tais grupos pertencem à minoria, mas às vezes pode se perguntar se tal afirmação procede.
No caso dos gays, lésbicas, trans, índios e ateus, por serem um grupo percentualmente menores em nossa população, muitos aceitam sem contestar. Porém muitos contestam a minoria dos negros e das mulheres, pois muitos dizem que há mais negros e mulheres do que brancos e homens, respectivamente, no Brasil.
Na verdade nem branco nem negros, a maioria populacional é de pardos (mestiços)... Emoticon grin

Vamos lá... Primeiramente você precisa aprender o conceito filosófico de minoria. Minoria não é baseada em quantidade, mas em representatividade.
O que seria representatividade?
Representatividade, no cerne desta questão, é o percentual de tais grupos dentro das áreas que influenciam a sociedade com mais intensidade, a saber, mídia, empresariado e política.
É sabido que os grupos supracitados de fato são minoria nas áreas citadas, todavia não se resolve essa discrepância por meio de punição a quem está lá, mas por mais instrução e preparo a quem não está.
Todos somos iguais perante a lei e ninguém pode ser discriminado por questão de sexo, cor e credo (ou falta dele rsrs), pois a todos são conferidos direitos e deveres. O nome disso é Princípio da Isonomia. Então por questão de respeito a este princípio, não podemos arbitrariamente criar cotas e ferir o direito daqueles que se enquadram no grupo dito "maioria".
Por exemplo, algumas deputadas e senadoras querem criar uma cota de 30% para mulheres na representatividade política. Isso é uma aberração, pois representação política se consegue por meio de pleito eleitoral, então não só as mulheres, mas homens também que não possuam um bom programa de governo nem gozam de empatia por parte dos eleitores não serão eleitos, isso é fato.
As minorias sempre existirão, o que devemos combater é que tais grupos jamais sejam discriminados e tenham seus direitos preservados, tal qual todos da maioria. O grande problema é que alguns inescrupulosos se utilizam disso para fazer politicagem e manipular opinião pública, além de querer criar privilégios para mamarem da teta governamental.
Além de ser uma picaretagem, é uma afronta aos que fazem parte da minoria, pois os trata como incapazes de conseguir suas vitórias por mérito próprio, além de querer convencê-los de quem sem a ajuda deles jamais serão reconhecidos. 
Eu, como ateu e pardo, sinto-me afrontado por ser considerado intelectualmente incapaz por esta corja que não consideram a menor das minorias, que é a individualidade. Somos indivíduos antes de sermos grupos, se um pardo é incapaz não faz de todos incapazes, isso é um absurdo. O que devemos é investir pesado na educação e instrução, para dar suporte intelectual a todos (minoria ou não), e somente assim poderemos equalizar essa balança que pende para um lado.
Até a próxima!

Política, religião e futebol.

Alguém certa vez disse que "há três coisas que não se discute: política, religião e futebol".


Tal afirmação foi tantas vezes repetida, que a cultura popular a absorveu completamente, a ponto de pôr sobre tais temas uma áurea sacrossanta, que realmente validou a afirmação.
Falar sobre isso se tornou algo delicado e polêmico, a maioria não cogita iniciar um debate sobre estes assuntos, e aqueles que se aventuram são os chatos, os que gostam de discutir e expôr seu ponto de vista.
Pois bem, o que temos visto destas três áreas que influenciam diretamente nossa sociedade?
Na política há um longo histórico de roubo do dinheiro público, temos o mensalão, petrolão, privataria, BNDESão, corrupção e desvio de dinheiro, entre outros.
Na religião temos visto grandes igrejas arrecadando milhões de reais sem reverter um centavo sequer em impostos, vemos a manipulação da fé das pessoas, estelionato, enganação, pedofilia, leis baseadas em crenças, intolerância, entre outras.
No futebol, que sempre foi o motivo de orgulho do povo brasileiro, acabamos de virar notícia internacional, não por gols ou jogadas plásticas de alguns de nossos jogadores, mas por causa da corrupção que há mais de 20 anos assola nossa maior entidade, lembrando que neste mesmo "balaio de gato" há a "Copa das Copas", onde a FIFA foi "isenta" de pagar impostos, além do superfaturamento na construção e reformas dos estádios usados na Copa do Mundo.
Como se pode ver, aquilo que não se debate não fica bem compreendido, se não fica bem compreendido não fica às claras, se não fica às claras coisas suspeitas acontecem.
Você aí não gosta de discutir política, mas Lula, Dilma, Aécio, Dirceu, Collor, etc., eles gostam.

Você não gosta de discutir religião, mas o Valdemiro, Malafaia, Edir Macedo, Feliciano, etc., eles gostam.
Você não gosta de discutir futebol, mas José Marín, Ricardo Teixeira, Eurico Miranda, etc., eles gostam.
Então a partir de hoje ponha uma coisa em sua cabeça:
NÃO EXISTE COISA QUE NÃO SE DISCUTE, O QUE EXISTE É PESSOA COM QUEM NÃO SE DISCUTE.
Até a próxima.

Da série "História na rede": A banalidade do mal.


O tema não é agradável, mas trata de um acontecimento que pode ser considerado "ontem" na história da humanidade, pois ocorreu há pouco mais de 70 anos: O Holocausto.
Imagine um país cujo planejamento socioeconômico de logística e indústria seja exterminar pessoas.
Este país é adepto ferrenho da eugenia, e entre as metas de estabilidade e crescimento econômico, aumento de sua produção industrial e aumento de seu faturamento e renda interna, está também a eliminação de pessoas cujas raças sejam consideradas inferior.
Por mais surreal que pareça, este era o quadro da Alemanha nazista. Nunca antes na história houve um período tão bem estruturado para o assassinato em massa. Entre os campos de concentração existiu o mais horrendo e desumano de todos, o terrível campo de Auschwitz.
Pessoas, parece estória criada, às vezes não dá pra acreditar na capacidade dos nazistas em praticar tanto mal a outros seres humanos.
Auschwitz tinha três pólos, o industrial, o logístico e o de extermínio. Nas indústrias do campo os prisioneiros trabalhavam como escravos, bem como na logística, pois Auschwitz foi intencionalmente construído por onde passava a mais importante malha ferroviária, e isso facilitou a logística tanto de material para indústria quanto de prisioneiros para o extermínio.
Agora pense nisso, o pólo de extermínio foi construído pelos próprios prisioneiros e eles sabiam que os fornos e câmaras de gás cedo ou tarde seriam o destino deles.
Em seu auge o campo de Auschwitz "produzia" 20 mil cadáveres por dia, isso mesmo, havia metas de produção em escala industrial de corpos.
Havia vários campos, havia só pra mulheres, como também só para crianças. Você consegue imaginar o horror que as crianças, afastadas de seus pais, sentiram naqueles campos? Consegue conceber a violência que as mulheres foram obrigadas a suportar nas mãos de homens inescrupulosos?
Considerem que, além de toda tortura, os nazistas faziam experimentos nas pessoas, abriam crânios pra ver funcionamento do cérebro humano, rasgavam barriga de grávidas para ver por dentro a formação do bebê, abriam peitoral de crianças com tosse para ver o pulmão, entre outras atrocidades.
Uma ironia maligna era estampada na entrada de todos os campos, que no vão de entrada exibia algo como "O trabalho liberta", pois os prisioneiros trabalhavam até a exaustão e depois eram executados, então ganhavam sua "liberdade" através da morte.
Hannah Arendt descreveu tal estrutura bem organizada como "a banalidade do mal", pois tal qual vemos pessoas hoje em cartórios despachando documentos, carimbando, etc., naquele tempo havia também pessoas que selavam destino dos outros assim, carimbando aqui e acolá, este para aquele campo e aquela para este.
Soa como loucura, mas ocorria.
As maiores vítimas foram os alemães com deficiência (física ou mental), gays, eslavos, búlgaros, húngaros, soviéticos do exército inimigo e, disparado, os judeus.
Calcula-se que 17 milhões de pessoas foram mortas no período da Alemanha nazista, um número expressivo e obtido por meio de uma gigantesca estrutura muito bem organizada com esta única finalidade, que era matar pessoas.
Então, meus caros, cuidado ao chamar outra pessoa de nazista, é um termo muito pesado para ser utilizado, dado o legado horrendo que este governo deixou na história.
Não banalize o mal.

Da série "Política na rede": Neologismo neurótico.

Assim diz o "pai dos burros" sobre neologismo e neurose:


Neologismo - é um fenômeno linguístico que consiste na criação de uma palavra ou expressão nova, ou na atribuição de um novo sentido a uma palavra já existente. É uma nova palavra criada na língua, e geralmente surge quando o indivíduo quer se expressar, mas não encontra a palavra ideal.

Neurose - enfermidade de natureza emocional, também ligada à personalidade do indivíduo e ao seu universo afetivo, e acontece quando o sistema nervoso de uma pessoa reage com exagero a uma determinada experiência já vivida.

Dizem os mais rígidos que neologismo é aplicado por quem fala demais, mas não tem nada a dizer, por isso a necessidade de glamourizar (olha o neologismo aí) seu discurso com expressões complicadas para dar um ar de seriedade e veracidade ao argumento defendido.

E quem são os que mais utilizam de neologismo nos dias atuais? 
R: O pessoal dos ditos "movimentos populares".

Como se o neologismo não fosse suficiente, tais movimentos, da ala esquerda mais extremista, não pára de produzir palavras novas, mas todas usadas em argumentos largamente temperados com neurose.

Palavras (ou expressões) como "problematizar", "empoderar", "desconstruir", "sororidade", "femismo", "opressão", "cultura de estupro", "construção social", "conservadorismo", "reacionários", "machismo", etc.

Há ainda bizarrices como "anulação" de gênero com substituição dos artigos masculinos e femininos por "x" ou "e", tais como:  "todxs", "amigxs", "moçxs" / "garotes", "moçe", etc.

Enfim, há palavras que foram criadas, há aquelas que sofreram alteração do significado original e há as expressões que viraram jargão na boca dessa gente que precisa, em caráter de urgência, de tratamento psicológico, quiça psiquiátrico, para resolver seus delírios mentais.


Freud diria que isso é falta de sexo, de piroca ou xoxota.

Creio que o problema é falta do que fazer, pois criar palavrinhas novas não resolverá problema algum, apenas sinalizará a todos em volta que tal pessoa carece de tratamento por sofrer de graves problemas mentais. Fora que a neurose inserida nestas ideias (de jerico) defendidas mostra o quão psicóticos têm sido estes movimentos de esquerda, que querem moldar a sociedade de acordo com seus interesses bizarros e que não representam, nem de longe, a maioria daqueles que tais movimentos dizem defender.

Há problemas maiores a serem resolvidos do que "problematizar" campanha de esmalte com frases para homens, achar racismo em "a coisa tá preta", implicar com série pipoca norte-americana com conteúdo de violência para mulheres e homens, entre outras coisas que não merecem sequer um debate a respeito.

Enquanto essa turma histérica fica inventando moda, o Brasil segue como um dos piores educadores do mundo, a miséria não pára de crescer, a corrupção parece não encontrar limites, a infraestrutura do país é precária, a indústria e setores primários seguem demitindo, enfim, muitas coisas que merecem atenção e foco, mas são ignoradas por essa gente sem propósito algum na sociedade e que são financiadas pelo dinheiro público, isto é, por nosso dinheiro.