O problema não é a religião ou a crença, mas os fanáticos.
São pessoas tão entorpecidas por suas liturgias e convicções, que não são
capazes de conceber nenhum tipo de raciocínio lógico, muito pelo contrário,
embarcam numa viagem alucinógena tão desconexa quanto àquelas atribuídas aos
viciados mais inveterados.
Quer ter sua religião, crença ou sei lá o que mais, ok! Mas não obrigue ninguém a ter a mesma crença, nem se ire com o desdém dos descrentes.
Religiosos, pelo amor de seus deuses, poupem-nos!

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